Favela Media Activism and Its Legacy for Civic Engagement in the Olympic City of Rio de Janeiro

Favela residents, especially youth, have used online and offline media against human rights violations for a while now in Rio. Media technologies and journalism techniques have been increasingly important components of the struggles of low-income, peripheral populations.

In this article, Dr. Leonardo Custódio shares results of his doctoral research on the growth in political organizing thanks to favela media activists since Rio was announced host to the 2016 Olympic Games.

Text originally posted on Rio on Watch. See here.

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Citizen’s Video Indicates Police Misconduct after Child’s Death in Metropolitan Rio

A mobile phone video contradicts police statement and serves as evidence in the case of (another) stray bullet killing a child in the State of Rio de Janeiro. The crime happened last Saturday, April 2, in Magé, a city in Rio’s Metropolitan Area.

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Midiativismo de favela: o morador também tem voz

Entrevista publicada no Observatório de Mídia e Violência (Universidade Federal Fluminense – UFF) em 11/10/2014.

As favelas cariocas são ainda retratadas como territórios de violência nos principais noticiários. Com isso, seus moradores são constantemente criminalizados ou vitimados, sem que suas vozes sejam realmente retratadas na grande mídia. Leonardo Custódio, doutorando em comunicação na Universidade de Tampere, Finlândia, estuda há cinco anos esse cenário e as formas como revertê-lo. De mídias comunitárias a coletivos entre favelas, Custódio investiga as ações de midiativismo em favelas do Rio de Janeiro. Para ele, o valor de ações cidadãs como o midiativismo está na possibilidade que os moradores de favelas encontraram para explorar espaços que acomodem sua insatisfação com o modo que são tratados no cotidiano. Confira a entrevista completa.

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Criminalização da favela no noticiário continua

Publicado originalmente no site Observatório da Imprensa em 07/10/2014

Uma das maneiras de diminuir a criminalização das favelas no noticiário policial é a diversificação as fontes. Ouvir moradores com mais frequência ajudaria a quebrar o estigma de que favelas são apenas territórios de medo e conivência controlados por facções criminosas. Por isso a popularização das redes sociais na periferia criou uma expectativa de mudança da representação das favelas e bairros pobres na cobertura jornalística do cotidiano.

No Rio, por exemplo, milhares de moradores – em anonimato ou “botando a cara” – se fazem ouvir diariamente narrando, analisando e contextualizando o que acontece nas favelas. Está claro que jornalistas da grande mídia ouvem as vozes online. Mas a criminalização das favelas e vitimização dos moradores continua. Como vimos na primeira semana de outubro, não adianta ter acesso à mais fontes se não há disposição ou interesse para criar novas narrativas.

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